O que levar em conta ao fazer decisões?

25/12/2021 às 22:22 Hipnose

O que levar em conta ao fazer decisões?

Parecem coisas simples, mas as decisões podem mudar nossos rumos. Já parou para refletir sobre suas decisões? Então vem dar uma olhada!

Decisões e dia a dia

É de manhã. Seu celular desperta, porém você ainda está cansado e sente sono. E agora? Devo me levantar porque o despertador tocou ou prossigo o que sinto, desligo o despertador e volto a dormir?

O exemplo acima pode parecer uma decisão simples a ser tomada, porém cotidiana.

Tomamos uma série de decisões, todos os dias e a todo momento, como: Que horas levantar? Devo ir com blusa de frio ou uma regata? Almoço uma refeição completa ou peço um lanche? Devo levar um casaco pra caso faça frio? Durmo mais cedo ou fico assistindo minha série favorita?

São diversas as decisões que temos que realizar no dia a dia, algumas são microdecisões e passam de forma tão despercebidas que vão no modo "automático". Outras, já exigem mais tempo de espera para poder processar os impactos que serão gerados e as vantagens e desvantagens para a qualidade de vida do indivíduo.

O que levar em conta ao fazer decisões?

Decidir é o ato de julgar ou fazer juízo sobre algo que há mais de uma opção, resposta ou possível desfecho. Como mencionamos nos exemplos acima, uma decisão pode ser algo micro e cotidiano que fazemos todos os dias ou que possua maior impacto e precise de mais tempo para ser analisado.

O fato é que, toda decisão nos leva a um rumo e pode mudar nosso dia e até nossa vida. Seja na hora de escolher uma roupa, você pode se equivocar e acabar tendo que voltar para casa e mudar novamente. Seja uma mudança de emprego que faça com que mude de estado e se torne um profissional realizado.

Medo da mudança

Como as decisões sempre implicam em mudança, seja ela menor ou maior, há um medo sobre tomar decisões. Existe um mito social em que todos precisam acertar suas decisões sempre. Entretanto, errar tem o seu valor. É certo que ninguém gosta de errar, porém se pode aprender muito com os erros, nem seja não repeti-los.

É necessário fugir da lógica maniqueísta que visa somente dois pontos, certo e errado. Há muito mais além disso, estão presentes as experiências, conhecimentos e aprendizados. A cada momento estamos passando por situações e sentimentos diferentes que colaboram na hora de tomar uma decisão.

Decisões e psicologia

A psicologia explica que algumas pessoas possuem medo de tomar decisões devido a traumas gerados na infância, onde ao tomarem uma decisão equivocada foram castigadas. Outros, sempre tiveram alguém que tomasse decisões por si e ao perder, há uma ausência de rumo, dado que há o medo de tomar decisões e não saber aonde vai chegar ou o que realmente deseja. E alguns criaram traumas após mais velhos, ao tomarem decisões e errarem ou não ser aquilo que imaginava, criaram um recalque ao erro e rejeição a decisões, baixando sua resiliência em relação a essas.

Tipos de escolhas

Existem três tipos de escolhas: as instintivas, as emocionais e as racionais. Veja abaixo.

Escolhas instintivas

Escolhas instintivas são aquelas que tomamos e que "nem pensamos", é algo tão rápido o movimento entre a decisão e escolha que só executamos. Um exemplo de escolha instintiva, pode ser a reação rápida ao fugir ao ser abordado em um assalto. Não houve tempo para pesar as vantagens e desvantagens, só foi um movimento instintivo impulsionando por o que estava sentindo e a situação.

Escolhas emocionais

Outro tipo de escolhas, são as escolhas emocionais. São aquelas escolhas que priorizam o sentido e a sensação de prazer, como ao invés de comer uma fruta, escolhe comer um bolo recheado por ser mais gostoso.

Escolhas racionais

E por fim, temos as escolhas racionais, onde colocamos na balança os prós e contras de determinada situação, como um juiz tem de fazer. É nesse tipo de decisões que estamos focando.

O peso das coisas

Colocamos peso e importâncias de valores diferentes em tudo ao nosso redor e é claro que nas decisões esse é um fator importante, é necessário por peso para ver como aquilo te afeta e qual o grau de importância e relevância tem. Quando tomamos decisões de graus menores, geralmente não fazemos essa balança, porque não é algo que tenha tanta relevância sobre nós. Porém ao tomar grandes decisões é de suma importância por valor dentre as opções ou respostas a serem seguidas, verificar vantagens e desvantagens, isso ajuda a tomar uma decisão mais consciente.

Representações das decisões

Ressaltando que, quando falamos em peso, falamos no valor que aquilo representa e isso é um passo fundamental para não cair na armadilha de ir criando listas extensas que só nos deixam mais confusas.

Acrescentando ao que mencionamos acima é necessário reduzir opções quando se trata de decisões. Às vezes temos tantas opções que só nos deixam confusos, reduzir as opções e possibilidades já é uma primeira decisão, pois estará eliminando aquilo que não quer ou não se identifica e a partir daí chegar a algo mais preciso.

Dicas para tomar decisões

A primeira dica ao tomar decisões é estar consciente do que aquilo representa. Ter medo é normal, pois algumas decisões mudam o rumo de nossas vidas, entretanto criando uma consciência do que é e o que pode gerar, você é capaz de assumir a autonomia de sua decisão e do seu possível desfecho. É necessário assumir riscos para mudar e melhorar, estar ciente e ter consciência de sua decisão alivia qual seja que for o caminho a ser tomado. Afinal, a decisão final sempre será sua. As escolhas podem ser feitas de três formas: instintivas, emocionais e racionais.

O que mais pode ser feito?

Conversar com amigos, colegas de profissão ou até familiares ajudam na tomada de decisão. Lembrando como citamos acima, a decisão final é sempre sua, porém ver outras perspectivas e ângulos de determinada situação ajudam a ter um fluxo melhor de pensamento sobre determinada escolha. Em certos momentos ficamos tão fixos em um ponto que não vemos ao seu redor. Essa troca com colegas, amigos, familiares, é essencial na tomada de decisões conscientes e racionais.

Por fim, mencionamos a importância de se levar em conta experiências anteriores. Como falamos da importância de errar, nem que seja para não repetir. As experiências passadas servem como base para novas decisões, são conhecimentos de vivências passadas, o que colabora a pensar com mais lucidez, tomar decisões pautadas e mais seguras.

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Rodrigo Huback

Rodrigo Huback Head Trainer de Practitioner PNL, Master PNL, Método B2S e Hipnose Clínica

Mais de 12 anos dedicados ao desenvolvimento humano; Mais de 18 anos empreendendo em alta performance; Pedagogo; Master Trainer em PNL; Master Trainer em Coach; Membro Trainer de Excelência na NLPEA; Membro Trainer da ANLP; Trainer Comportamental; Hipnoterapeuta.


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