O que é o método científico?

18/06/2021 às 08:32 Coaching

O que é o método científico?

Durante a pandemia do Coronavírus, o mundo inteiro está passando a entender a importância da ciência para a saúde e a sobrevivência da humanidade. Desde que o vírus foi descoberto, seu genoma foi sequenciado aqui no Brasil em apenas 48 horas enquanto que outros países demoraram até 15 dias, ação fundamental para que hoje já tenhamos vacinas eficazes tanto para combater o vírus, quanto para algumas de suas variáveis.

Mas o que a ciência faz exatamente? Como ela pode contribuir para nossa qualidade de vida? Eu preciso saber o que é ciência? Vamos ver abaixo!

O que é o método científico?

Na antiguidade, a visão de mundo era baseada nas histórias contadas pela mitologia e o senso comum. Com o passar do tempo, alguns filósofos começaram a observar a realidade e formular alguns conceitos para explicá-la. Foi assim que surgiu o pensamento científico na história da humanidade.

Um método para conhecimento e manejo da realidade, a ciência é um aliado fundamental à qualidade de vida da sociedade em geral.

Ao passo a passo que os cientistas utilizam para mensurar a realidade, chamamos de método científico. É uma forma de produzir conhecimento formulada principalmente por Aristóteles e que vem sendo desenvolvida até os dias de hoje.

A pesquisa científica consiste em tentar explicar de forma objetiva os fenômenos observados na natureza e na sociedade, de forma que possamos entender e tomar atitudes em relação a estes.

Através da observação da realidade, os cientistas formulam hipóteses de como se poderia explicar o fenômeno e deduzir as consequências de cada hipótese. É a partir daí que formula-se um projeto de pesquisa para avaliar de forma objetiva o fenômeno da vida.

A ciência é algo que nos instiga a buscar explicações, criar senso crítico e não simplesmente aceitar o que dizem. É algo que precisa fazer parte da cultura, ser ensinado a crianças nas escolas e reeducado por adultos.

Devemos estimular o comportamento de apoio e conhecimento da ciência, ao invés de impedir que suas atividades sejam encerradas, haja vista as diversas ameaças para as instituições de pesquisa do país, seja por falta de verbas ou por tentativas de desmontar sua estrutura.

Ciência e coronavírus

A ciência entra nessa pandemia como a ferramenta através da qual nos questionamos e buscamos responder às seguintes perguntas: Como o vírus surgiu? Como somos infectados? Como ele se espalha pelo mundo? Quais são os seus efeitos em nosso corpo? Existe tratamento? Quando teremos vacina para todos? E muitas outras perguntas para entender como agir diante de uma crise sanitária tão grande como esta.

As universidades estão voltadas para o desenvolvimento de tecnologias fundamentais para o enfrentamento do vírus, como ventiladores pulmonares para emergências, que sejam acessíveis e baratos, além de rápidos de produzir.

A vacina foi uma grande força tarefa feita pela ciência no mundo inteiro, desenvolvida e distribuída de forma conjunta, embora ainda não acessível para todas as faixas etárias, priorizando os grupos com comorbidades e idosos. Outros grupos de pesquisa estão envolvidos em desenvolver tecidos antivirais para produção de máscaras mais eficazes e até mesmo desenvolvimento de medicamentos futuros, capazes de extinguir ou minimizar os sintomas da covid e seus efeitos colaterais, ainda pouco conhecidos.

Não existe tratamento eficaz para a covid-19 no momento, e as instituições de pesquisa lutam para diminuir mais mortes. Cerca de 15 milhões de pessoas no Brasil já foram infectadas com coronavírus, e a doença já matou mais de 400 mil pessoas.

Embora a pandemia tenha feito com que a confiança na ciência aumentasse, o negacionismo de alguns governantes ainda atrasa a contenção do vírus, seja pela falta de compra de vacinas ou pelo desincentivo de pessoas procurarem as formas de tratamento adequadas. Muitos governantes ainda não apoiam o que a medicina e a ciência dizem, embasadas em suas pesquisas, o que acaba influenciando a população a não tomar os cuidados adequados, não usar máscara e participar de aglomerações.

Cerca de 85% das pessoas no mundo hoje em dia acreditam que é mais importante ouvir cientistas do que políticos, sendo que no Brasil essa taxa foi de 89%.

Apoio à ciência

Apesar dos constantes cortes de verbas e ataques de movimentos negacionistas, os cientistas e as universidades públicas brasileiras continuam se sobressaindo nesse momento delicado e importante de trabalho, participando ativamente tanto em pesquisas como em ações sociais que ajudem diretamente a população. A ciência ainda enfrenta uma grande dificuldade, além do combate ao vírus: a discussão de que precisamos tomar vacina.

Sua resposta tem sido a de esclarecimento, discutindo o porquê é importante tomar vacina, mas a falta de informação, principalmente em locais recônditos do Brasil, acaba levando a população a se expor ao risco de contaminação.

Ações como a produção de sabão, álcool em gel e desinfetantes cresceu substancialmente no Brasil nos últimos dois anos, e muito desse material junto com máscaras e ajudas de alimentação têm sido distribuídas à população.

Por isso, baseie-se na ciência e pelo que já se conhece sobre o vírus, não negligencie. Faça isolamento social sempre que possível, use máscaras e lave as mãos constantemente. Quando for a sua vez, tome vacina. São atitudes que preservam não somente a sua vida e a qualidade dela, mas também daqueles à sua volta. Vamos nesse esforço coletivo de sobreviver ao desafio do século!

Ciência e qualidade de vida

O objetivo da ciência é agir diretamente para melhorar a qualidade de vida da população. Seja promovendo a saúde ou buscando a cura para doenças, a ciência está envolvida na medicina, em todos os medicamentos que utilizamos para nos recuperar, e no desenvolvimento de aparelhos hospitalares capazes de dar suporte à vida dos pacientes com covid-19.

A ciência também tem sido fundamental para desenvolver maior qualidade de vida a pacientes com diversos transtornos mentais, como o tratamento da depressão, o tratamento da ansiedade e fobias diversas.

E a maioria dos cientistas faz isso porque ama o trabalho e percebe seu papel de contribuição na sociedade, tanto é que muitos se voluntariam para fornecer seus conhecimentos às pesquisas científicas e em participar da realização de testagens diárias para diagnóstico da presença do vírus e muitas outras ações comunitárias.

Embora a ciência tenha recuperado seu papel de relevância social, ainda é necessário o incentivo para que as pessoas conheçam mais seu trabalho, e os profissionais precisam se conscientizar de sua exposição a materiais contaminados para criar um ambiente de segurança, tanto para realizar as pesquisas, quanto para lidar diretamente com a população infectada.

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Rodrigo Huback

Rodrigo Huback Head Trainer de Practitioner PNL, Master PNL, Método B2S e Hipnose Clínica

Mais de 12 anos dedicados ao desenvolvimento humano; Mais de 18 anos empreendendo em alta performance; Pedagogo; Master Trainer em PNL; Master Trainer em Coach; Membro Trainer de Excelência na NLPEA; Membro Trainer da ANLP; Trainer Comportamental; Hipnoterapeuta.


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