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Apple: saiba como a marca da maçã se tornou referência em todo o mundo

13/10/2020 às 19:33 Coaching

Apple: saiba como a marca da maçã se tornou referência em todo o mundo

Algumas marcas parecem estar cada vez mais em evidencia no mercado. Mesmo perante tanta concorrência, elas parecem ter um destaque tão grande aos olhos dos consumidores, que seus produtos acabam se tornando uma necessidade. E isso se traduz em alta rentabilidade e solidez.

Um ótimo exemplo é a Apple. Por isso, esse post vai te contar como a famosa marca de maçã de Steve Jobs acabou se tornando uma referência mundial quando o assunto é aparelhos eletrônicos. Prepare uma boa xícara de café e aprenda um pouco mais.

Apple: uma das marcas mais desejadas

A Apple é uma multinacional norte americana especializada na fabricação de diversos produtos eletrônicos, sendo os smartphones e computadores o carro chefe da marca. Um dos grandes diferencias da Apple é o seu foco em inovação, o que faz seus produtos sempre terem novas versões, cada vez mais sofisticadas.

O sucesso da Apple foi tão estrondoso, que a marca já possui cerca de 450 lojas de varejo, que são as famosas “Apple Store”, localizadas em vários países. A própria revista americana Fortune a considera com a organização mais admirada do planeta. E não é para menos. 

O início: três jovens com uma ideia brilhante

Tudo começou em 1976, quando a Apple foi inaugurada na cidade de Cupertino, localizada no estado da Califórnia (EUA). Os amigos Steve Jobs, Ronald Wayne e Steve Wozniak, tinham algo em comum: a paixão por tecnologia.

Em uma garagem alugada, o trio produziu o primeiro computador em miniatura da Apple e o apresentou ao público. O Apple I foi o pontapé inicial para a fabricação de computadores pessoais pela marca. Mas por incrível que possa parecer, ele não fez o sucesso esperado.

Empresas como a gigante Atari e HP não colocaram muita expectativa no primeiro computador da Apple, que acabou tendo um baixo número de vendas. Mesmo assim, Jobs, que era dotado de uma grande inteligência financeira, e seus amigos não desistiram da ideia e seguiram adiante, sempre inovando.

Apple II e Macintosh: o sucesso dando as caras

Pouco tempo depois, nascia o computador Apple II, que tinha bastante similaridade com os computadores atuais e que foi mais aceito no mercado. O produto tinha bem mais recursos que o seu antecessor e teve outras versões, que é uma característica da marca.

Já em 1979, a Apple lançou o Macintosh. Mas a ideia não foi de Jobs ou de nenhum dos seus sócios mas sim da empresa Xerox, que já utilizava o modelo. A questão é que a Apple só aprimorou um projeto que já existia (Macintosh), revolucionando o mercado de computadores.

Na verdade, o Macintosh acabou consolidando o uso do mouse para navegar no sistema operacional, bem como a utilização dos ícones e janelas que usamos até hoje. O fato é que esse aparelho marcou o início da campanha de marketing da Apple, para evidenciar as qualidades dos seus produtos.

Saída e retorno de Steve Jobs: ascensão da Apple

No início dos anos 80, os negócios para a Apple iam de vento em polpa. Mas as desavenças entre os sócios se tornaram mais frequentes, culminando na saída de Steve Jobs em 1985. Com a sua saída repentina, esse gênio da tecnologia abriu sua própria empresa, a NeXT.

O objetivo era dar prosseguimento na produção de computadores para uso pessoal. Diversos colaboradores que trabalhavam na Apple, também pediram demissão para trabalhar ao lado de Jobs em seu novo empreendimento. Com o passar do tempo, a Apple acumulou prejuízos de quase 2 bilhões de dólares.

Para não deixar anos de trabalho e dedicação irem pelo ralo, em 1997, Steve Jobs decidiu retornar às atividades na empresa na qual havia fundado. Para amenizar as dificuldades financeiras, Jobs decidiu que a Apple fabricaria apenas quatro tipos de computadores, reduzindo e muito a oferta de produtos.

Inovação: marca registrada da Apple

Pouco a pouco, a marca da maçã foi se recuperando do baque sofrido nas finanças e os resultados, cada vez mais positivos, foram aparecendo. Tudo isso graças a inovação, que é o diferencial da Apple. Em 1999, Jobs, que tinha a marcante característica de falar bem em público, lançou o iMac que teve considerável destaque no mercado.

Já em 2001, a empresa também lançou um verdadeiro estouro de vendas: o iPod, que permitia escutar músicas em formato MP3 e tinha inúmeros recursos bacanas, além de um design exclusivo. Esse produto ainda é um dos grandes sucessos de vendas da marca.

Em 2006, mais uma inovação da Apple, que lançou o revolucionário Iphone, um moderno smartphone com vários recursos de última geração, que foi uma novidade para a época. Nos anos seguintes, o Iphone ainda sofreu diversas atualizações, sendo lançado em outras versões ainda mais melhores.

A marca da maçã se torna referência e objeto de desejo

Já em 2010, a Apple inovou ainda mais e criou o famoso iPad, que teve um imenso destaque e acabou revolucionando o tablet. No final desse ano, a aclamada marca da maçã já abocanhava 84% do mercado consumidor desse tipo de aparelho.

Mesmo depois da morte de Steve Jobs em 2011, a Apple ainda continuou se destacando em todo o mundo e, em 2018, alcançou o valor no mercado de ações de US$ 1 trilhão. Esse valor é maior do que todas as empresas brasileiras que têm ações na bolsa.

Esta é a prova de que apostar em inovação para se destacar no mercado costuma funcionar muito bem.  

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Rodrigo Huback

Rodrigo Huback Head Trainer de Practitioner PNL, Master PNL, Método B2S e Hipnose Clínica

Mais de 10 anos dedicados ao desenvolvimento humano; Mais de 15 anos empreendendo em alta performance; Pedagogo; Master Trainer em PNL; Master Trainer em Coach; Membro Trainer de Excelência na NLPEA; Membro Trainer da ANLP; Trainer Comportamental; Hipnoterapeuta.


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