A vida que vale a pena ser vivida

20/08/2021 às 19:08 Coaching

A vida que vale a pena ser vivida

Em algum momento da vida nos questionamos se vale a pena viver e como gostaríamos de vivenciar essa experiência. Você tem dúvidas sobre a vida que vale a pena ser vivida? Vem ver esse texto!

Os autores

Clóvis de Barros Filho, co-autor do livro “A vida que vale a pena ser vivida”, cursou Jornalismo, Direito e Sociologia. Barros Filho é autor e colaborador de diversos livros acerca de filosofia e da história do pensamento. Arthur Meucci é bacharel, licenciado e mestre em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP_ e especialista em filosofia, cinema e humanidades.

Para os autores, existem alguns tipos de vida e formas de descobrir, para si, a vida que vale a pena ser vivida. Veja os exemplos citados pelos autores abaixo:

Vida pensada

Pensar para viver é recomendação de boa parte dos filósofos, pois muitas coisas que se passam conosco são derivadas de decisões que fazemos no dia a dia. Por outro lado, muito da vida é impensada, ações e reações podem ocorrer sem nenhuma articulação do pensamento como, por exemplo, escovar os dentes que pode ser feita com o pensamento em qualquer outra coisa.

Investimos uma significativa energia nos pensamentos para definir nossa existência no mundo, escolher dentre as hipóteses cogitadas ou preteridas, possibilidades muitas vezes colocadas de lado.

Vida ajustada

A melhor forma de ter qualidade de vida é olhar para fora de si, considerar outras coisas além de você mesmo. Todos fazemos parte de um universo em comum, por isso, para escolher a vida que vale a pena ser vivida é preciso que optemos por viver. Tomando a sua própria existência com o objeto de análise, pode-se avaliar dentro de si mesmo, através do autoconhecimento, como alcançar as metas visadas.

Vida prazerosa

Estamos em constante busca pelo prazer, o máximo possível. Por isso, bebemos para saciar a sede ou comemos para acabar com a fome. Mas também nos damos conta de que alguns prazeres têm relação íntima com o sofrimento. Por isso, quanto maior a carência, maior a chance de um encontro prazeroso com o mundo, isso é a esperança dos carentes e o tédio dos abastados.

Vida tranquila

Fugimos das inquietações e preocupações que nos perturbam e desestabilizam e não raro os problemas das cidades grandes estão se tornando argumentos de uma vida boa, longe dali, em bairros afastados e cidades do interior, praias desertas e choupanas no meio do mato.

Vida sagrada

O contato com a realidade e com a espiritualidade faz parte de nossa educação e vivência biopsicossocial. Para alguns é um instrumento de dominação, e para outros uma forma de estar em contato com o indescritível do universo.

Vida potente

A vida tem relação íntima com a potência, ou seja, com a energia que dispomos a cada instante para viver. É preciso encontrar a potência nas coisas segundo a segundo, a disponibilidade para estar na vida e com ela interagir. É essa potência que permite que sejamos o que somos, é nossa e de mais ninguém.

Vida útil

Ao longo da vida somos cobrados o tempo todo e muitas são as expectativas sobre nós. A competição é algo valorizado nas escolas e instituições as quais temos contato e isso pode se desdobrar para objetivos profissionais e contribuições na sociedade.

Vida moralizada

A moral é importante para uma vida boa por conter um espaço onde todos se respeitam e se preocupam com os demais, diferentemente de um ponto de vista de lutar contra a vida.

Vida socializada

Quando se fala em vida que vale a pena ser vivida, os problemas existenciais, dilemas que enfrentamos conosco mesmos, se tornam evidentes e tudo isso geralmente remete à recolhimento, distância dos outros e solidão. Por isso a vida socializada é importante, pois não somos totalmente independentes.

Vida intensa

A intensidade é um atributo da vida boa, e enquanto ela ocorre nem nos damos conta de ter vivido, a reação vivida com o mundo é tão satisfatória que você não cogita outra. A consciência passa a se relacionar com o real e perde a noção de si mesma.

Escolhendo a vida que vale a pena ser vivida

Existem algumas dicas e ferramentas que podem ser utilizadas para descobrir, por si próprio, qual a vida que vale a pena ser vivida. Dá uma olhada:

  • Avalie seus valores e princípios
  • Priorize o autoconhecimento a partir de terapias e relatos de pessoas no seu entorno
  • Insira em sua vida tempo e espaço para refletir
  • Tire sonhos e projetos engavetados e deixados de lado
  • Repense sobre o que incomoda ou não está ajustado à vida que você quer viver
  • Se permita experimentar novas formas de viver para verificar como você se sente
  • Faça uma viagem sozinho
  • Mantenha um diário com relatos de experiências em que você se sentiu feliz e muito gratificado
  • Ouça a sua voz interna, sua intuição, com mais frequência
  • Se abra para novos caminhos e oportunidades
  • Dê o primeiro passo naquele projeto que você tem medo
  • More em um lugar que contemple as necessidades da vida que você quer levar.

A vida que vale a pena ser vivida não chega para você “pronta”, é um processo de descoberta pessoal que pode levar anos. No entanto, muitas vezes a pessoa já está consciente dos incômodos da vida atual e tem dificuldade de dar o primeiro passo, pois sabe que terá que abrir mão de outras coisas. Por isso, uma boa tática é ir experimentando e ajustando até que você se sinta forte, com resiliência e realizado! Procure ajuda sempre que tiver dificuldades para aumentar sua saúde e bem estar.

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Referência:

FILHO, C.B. & MEUCCI, A. A vida que vale a pena ser vivida. Editora Vozes. 2012.


Conheça mais:

Rodrigo Huback

Rodrigo Huback Head Trainer de Practitioner PNL, Master PNL, Método B2S e Hipnose Clínica

Mais de 12 anos dedicados ao desenvolvimento humano; Mais de 18 anos empreendendo em alta performance; Pedagogo; Master Trainer em PNL; Master Trainer em Coach; Membro Trainer de Excelência na NLPEA; Membro Trainer da ANLP; Trainer Comportamental; Hipnoterapeuta.


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