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Saiba um pouco mais sobre a história da Kibon no Brasil

16/11/2020 às 12:48 Coaching

Saiba um pouco mais sobre a história da Kibon no Brasil

Imagine uma abafada tarde de verão em que a temperatura está beirando os 40 graus. Um refrescante e irresistível sorvete bem cremoso seria uma boa pedida, certo? E quando pensamos em sorvete, logo pensamos na Kibon. Por causa da qualidade e variedade dos seus produtos, essa famosa marca é uma das mais prestigiadas entre os brasileiros.

Por isso, nada mais justo do que prepararmos um artigo que conta a história da Kibon no Brasil. Saiba porque essa marca faz tanto sucesso e é a primeira opção quando a palavras “sorvete” ou “picolé” vem à mente das pessoas. Leia até o final e se inspire mais na hora de empreender.

Kibon: origem chinesa

Você sabia que a marca Kibon, que conquistou o mundo, teve origem na cidade chinesa de Xangai na década de 1930? É isso mesmo. O empreendedor norte americano Ulysses Harkson, que morava no país oriental teve a magnífica ideia de desenvolver um produto de sabor agradável e ao mesmo tempo, refrescante.

Como as vendas foram um sucesso, o negócio se tornou bastante lucrativo nos anos 1940 e a empresa decidiu expandir os negócios para bem longe do continente asiático, por causa da ameaça da Segunda Guerra Mundial. E para a nossa sorte, o Brasil foi o país escolhido para sediar uma das filiais. A escolha não poderia ter sido melhor.

Anos 1940: chegada da Kibon no Brasil

Em 1941, a Kibon chega na cidade do Rio de Janeiro, capitaneada por John Kent Lutey, que trabalhava na matriz da empresa na China e tinha uma grande automotivação. Depois de encontrar um local que seria adequado para a produção em massa de sorvete, e algumas reformas necessárias, a Kibon colocou os primeiros 50 carrinhos de sorvete nas ruas da capital fluminense, em 1942.

As famosas cores amarela e azul da Kibon se tornaram a sua marca registrada com o passar dos anos. Ainda nesse mesmo ano, a empresa, que ganhava cada vez mais popularidade, começou a fabricação de dois produtos que seriam os recordistas de vendas até os dias de hoje: o sorvete Eskibon e o famoso picolé Chicabon.

No final da década de 40, a linha de produtos da Kibon aumentava ainda mais. Com muita criatividade para agradar o público, foram criados outros tipos de sorvetes com diferentes formatos e sabores, que conquistaram pessoas de todas as idades. O forte e ousado investimento em marketing da Kibon acabou trazendo resultados positivos.

Década de 1950: consolidação da Kibon no Brasil

Se nos anos 1940, a Kibon já fazia um grande sucesso com o consumidor brasileiro, a década seguinte foi marcada por mais inovação da marca chinesa. Em 1951, os picolés da Kibon passaram a ganhar os famigerados palitos de madeira. A novidade vingou e prospera até os dias de hoje.

Em 1953, a marca começou a patrocinar o famoso programa de TV, o Sítio do Pica-Pau Amarelo. E essa experiência na TV brasileira reforçou ainda mais a marca na mente dos brasileiros, que, cada vez mais, consumiam seus produtos, mesmo em épocas de baixas temperaturas.

Em 1955, a Kibon deu o próximo passo rumo ao sucesso e inovou ainda mais, estrelando um programa infantil de TV próprio, chamado de Grande Ginkana Kibon. O sucesso foi tão grande, que o programa foi líder de audiência na TV Record e ficou no ar durante 9 anos. No final dessa década de ouro, mais produtos Kibon foram criados, como o delicioso Sundae.

Compra pela General Foods e nova linha de produtos

Em 1960, a Kibon foi comprada por um grupo americano que importava café do Brasil, conhecido como General Foods. Mesmo com essa transação milionária, para a Kibon, não mudou muita coisa, pois a marca já estava consolidada no mercado brasileiro e fazia um imenso sucesso, especialmente entre as crianças.

Presente de norte a sul do país, uma nova linha de produtos Kibon foi criada. Além dos tradicionais sorvetes e picolés de vários sabores, a marca chinesa ainda produzia ovos congelados e desidratados para a indústria alimentícia, balas, chicletes, chocolates, cereais e sucos em pó. Essa marca sempre soube como manter o foco nos objetivos.

Com os avanços tecnológicos do final da década de 1960, a Kibon comprou máquinas para embalar seus próprios produtos, dispensando o contato manual. E isso foi um excelente golpe de publicidade naquela época. A Kibon implementou o conceito de que o seu sorvete era um alimento de alto valor nutricional, o que acabou dando certo.

A Kibon teve forte influência nos hábitos dos brasileiros

Com uma dose extra de inovação, o que era comum dentro da Kibon, a marca resolveu, em 1975, investir em uma linha doméstica exclusiva. Dessa forma, os consumidores puderam se deliciar com sobremesas variadas e picolés de sabores e formatos únicos, jamais vistos antes. O resultado? Um estouro de vendas.

Em 1985, mesmo depois da Kibon ser vendida novamente para uma empresa norte-americana da indústria do fumo, as vendas continuavam a todo vapor no Brasil. O famoso slogan “É gostoso e faz bem” acaba ainda mais difundido na mente dos consumidores. Para se ter uma ideia, no final dos anos 80, a Kibon já tinha 40 mil pontos de venda no Brasil.

A década de 1990 chegou ainda com mais inovação e mais lançamentos de novos produtos. Uma leva de sorvete finos e de altíssima qualidade, teve grande aceitação por parte do público. Nos anos 2000 em diante, a Kibon, com sua extensa linha de sorvetes, acabou se tornando a preferência dos consumidores.  

Essa empresa é a prova de que, visão de mercado, estratégias eficientes de marketing e muita INOVAÇÃO pode ser o segredo da prosperidade.

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Rodrigo Huback

Rodrigo Huback Head Trainer de Practitioner PNL, Master PNL, Método B2S e Hipnose Clínica

Mais de 10 anos dedicados ao desenvolvimento humano; Mais de 15 anos empreendendo em alta performance; Pedagogo; Master Trainer em PNL; Master Trainer em Coach; Membro Trainer de Excelência na NLPEA; Membro Trainer da ANLP; Trainer Comportamental; Hipnoterapeuta.


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