Alterações climáticas em 2021

02/10/2021 às 22:41 Hipnose

Alterações climáticas em 2021

O último ano tem trazido inúmeros desafios que impactam significativamente nossa qualidade de vida. Além da pandemia, as alterações climáticas atuais sinalizam um novo passo necessário para o desenvolvimento da sociedade. Você está por dentro das alterações climáticas no último ano? Então vem dar uma olhada!

Mudanças climáticas e aquecimento global

O termo mudanças climáticas e aquecimento global são equivalentes. Assim, refere-se à mudança do estado do clima que pode ser identificada por mudanças na média ou variabilidade de suas propriedades e que persiste por um período de tempo extenso, tipicamente décadas ou mais.

A mudança do clima pode decorrer de processos naturais internos ou de forças externas, bem como de persistentes mudanças antropogênicas na composição da atmosfera ou no uso da terra. O termo aquecimento global refere-se ao aumento gradual (observado ou projetado) na temperatura da superfície global, como uma das consequências do forçamento radiativo causado pelas emissões antropogênicas.

Assim, o termo mudanças climáticas tem significado mais amplo, envolvendo todos os fenômenos naturais que estão sendo afetados pelo processo de mudança do clima, enquanto o termo aquecimento global refere-se mais especificamente ao aumento médio da temperatura na superfície do planeta. Ambos os termos estão interligados e integrados, reconhecendo-se a mútua relação de causa e efeito que tem afetado significativamente a qualidade de vida na Terra.

Relatórios sobre mudanças climáticas

Alguns relatórios feitos por institutos internacionais de pesquisa têm relacionado o aquecimento do sistema climático com o aumento das temperaturas médias globais do ar e do oceano, do derretimento generalizado da neve e do gelo e da elevação do nível global médio do mar. Estudos apontam que entre 1995 e 2006 registraram-se 11 dos 12 anos mais quentes até então, no entanto, em 2021 estamos vendo efeitos muito mais claros das mudanças climáticas.

Derretimento do gelo polar

Estudos apontam que o oceano tem absorvido mais de 80% do calor acrescentado pelo sistema climático, o que faz com que o mar se expanda, contribuindo para a elevação deste. Além disso, as geleiras de montanhas e a cobertura de neve diminuíram nos dois hemisférios. Ao longo do tempo, numerosas mudanças de longo prazo no clima tem sido observadas, com relação a quantidade de precipitação, salinidade do oceano, padrões de vento e aspectos de eventos climáticos extremos, como secas, precipitação extrema, ondas de calor e intensidade dos ciclones tropicais. Projeções apontam que a contração do manto de gelo na Groenlândia deva contribuir para a elevação do nível do mar após 2100.

Os impactos das mudanças climáticas já podem ser sentidas em diversas regiões e podem variar de acordo com estas, veja abaixo.

Alterações climáticas em 2021

As manchetes recentes de jornais não deixam de apontar os efeitos do clima extremo, que em geral, parece vir de uma ficção científica. Mesmo os países mais bem desenvolvidos do mundo não conseguem controlar os efeitos nocivos do clima alterado. Incêndios generalizados até mesmo no Ártico, na Amazônia e nos Estados Unidos, inundações mortais na Alemanha, Bélgica e em Manaus, além de diversas cidades do Brasil, vêm destruindo edifícios, casas e carros e muitas pessoas ficaram desaparecidas nessas tragédias. Centenas de pessoas morreram em enchentes na China e as temperaturas registradas no Canadá este ano passaram de 38ºC por vários dias. O Ártico perdeu cerca do equivalente ao tamanho da Flórida em gelo marinho em meados de julho de 2021. Assim, mudanças derivadas de um aumento de 1,1ºC em relação aos níveis pré-industriais têm sido observadas e vividas por inúmeros indivíduos.

Estudos relatam que o mundo provavelmente atingirá ou excederá 1,5ºC de aquecimento nas próximas duas décadas, mais cedo do que em avaliações anteriores, e limitar o aquecimento a este nível depende de ações nesta década atual.

Mudanças climáticas e saúde humana

As consequências das mudanças climáticas sobre a saúde humana e coletiva não são uma questão nova e estão sendo abordadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 1995. Assim, tem buscado-se a integração das ciências naturais, sociais e da saúde a partir das dimensões biofísica, espaço-temporal, socioeconômica e da saúde humana, para entender como o ambiente se manifesta como um sistema socioecológico que impacta a saúde da sociedade. Além disso, algumas pesquisas apontam que o hemisfério norte poderá ser mais afetado que o hemisfério sul.

Esforços para intervenção

Com a crescente consciência e motivação para um planeta mais saudável, algumas proposições têm surgido, tais como a mitigação no setor do transporte, que busca neutralizar as emissões por meio do desenvolvimento de veículos elétricos, por exemplo. Busca-se o desenvolvimento de eficiência energética para novas edificações para reduzir de forma considerável as emissões de CO2 na atmosfera, além de o setor industrial que pode implementar tipos de energia renováveis para a manutenção de suas atividades.

É preciso limitar o aquecimento global a 1,5ºC até o final do século, o que ainda está a nosso alcance, mas requer mudanças transformadoras, já que mudanças em pequena escala não serão suficientes, sendo necessárias ações rápidas e de grande impacto. Assim, é necessário uma conscientização de todos a respeito da importância de cuidar do meio ambiente para o bem estar e a saúde dos indivíduos e da coletividade, pois nossa sobrevivência depende da consciência coletiva.

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Referências:

ABREU, A.M. et al. A interface entre saúde, mudanças climáticas e uso do solo no Brasil: uma análise da evolução da produção científica internacional entre 1990 e 2019. Saúde soc. 2020;29(2).

AGUIAR, R.S. Aquecimento global: quem é o culpado? ComCiência. 2013;152.

BARCELLOS, C. et al. Mudanças climáticas e ambientais e as doenças infecciosas: cenários e incertezas para o Brasil. Epidemiol. Serv. Saúde. 2009;18(3).

CARVALHO, J.L.R. et al. Mudanças climáticas e aquecimento global: implicações na gestão estratégica de empresas do setor siderúrgico de Minas Gerais. Cad. EBAPE BR. 2011;9(2).


Conheça mais:

Rodrigo Huback

Rodrigo Huback Head Trainer de Practitioner PNL, Master PNL, Método B2S e Hipnose Clínica

Mais de 12 anos dedicados ao desenvolvimento humano; Mais de 18 anos empreendendo em alta performance; Pedagogo; Master Trainer em PNL; Master Trainer em Coach; Membro Trainer de Excelência na NLPEA; Membro Trainer da ANLP; Trainer Comportamental; Hipnoterapeuta.


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