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O que é ter um sentido de vida?

27/04/2021 às 09:02 Hipnose

O que é ter um sentido de vida?

Muitas pessoas se perguntam qual o propósito da vida e por quê estão aqui. Mas por quê será que tanta gente não está satisfeita com o que vê à sua volta?

A indagação a respeito do sentido da vida é uma das mais antigas da humanidade. Afinal, por quê e para quê estamos aqui, imersos em um imenso Universo cheio de outros planetas e, aparentemente, nenhuma vida?

Sentido de vida

O sentido da vida é um questionamento filosófico a respeito do propósito e do significado da existência humana. Uma quantidade incontável de tentativas para responder qual seria o sentido da vida foram dadas por diversas linhas do pensamento humano, como a religião e a filosofia.

Basicamente, “dar um sentido pra vida” significa construir o próprio significado em cima das coisas e situações com que o sujeito entra em contato. Significa se relacionar com algo que de alguma forma descreva ou demonstre aquilo que o sujeito valoriza e respeita, ou seja, que o represente em sua totalidade. É aquela ideia que parece se “encaixar” especificamente em você, com o seu jeito de pensar e sentir e que é único para cada ser.

O ser humano se utiliza da linguagem para tentar dar esses significados às suas experiências, sendo que esses significados mudam ao longo do tempo e com o amadurecimento, bem como variam de pessoa para pessoa.

Propósito

O propósito de vida é a força por trás da motivação para levantar da cama todos os dias. Algumas pessoas o veem como uma espécie de missão de vida, algo que deveriam realizar no mundo. É um momento em que fica claro para o indivíduo qual o motivo de sua existência e a diferença que isso pode fazer em sua vida e na das pessoas à sua volta. No entanto, o propósito de vida não é algo a ser “descoberto” mas, sim, criado ao longo do tempo (e que já pode ter vindo se consolidando ao longo do tempo), dando a liberdade ao indivíduo para definir quem e como quer ser na vida.

Felicidade

Frequentemente o sentido da vida é associado com a busca pela felicidade. Alguns filósofos avaliaram que a felicidade resultava da satisfação dos desejos e de uma vida simples, sem dores e preocupações, uma visão bem distante da realidade. A vida está em constante movimento e mudança é a única permanente deste fluxo. Naturalmente, somos propensos a procurar o prazer e fugir da dor e isso nos direciona a buscar aquilo que nos satisfaz, nos afastando do que causa sofrimento. No entanto, a realidade nos coloca em contato com questões que nem sempre trazem bem-estar e nos leva a experimentar emoções comumente indesejáveis como a tristeza, a raiva e a frustração, as quais precisamos enfrentar e escolher como encarar. Alguns de nossos desejos são naturais e essenciais, como a fome, o sono e a busca por uma vida que consideramos digna o suficiente para viver. Diante deles, nos vemos sem escolha a não ser buscar supri-los, já que deles depende nossa sobrevivência e saúde mental.

Já outros desejos podem ser superficiais e até mesmo influenciados pela sociedade e internalizados sem perceber ao longo do crescimento. Esses anseios podem ser completamente ignorados, já que para muitos trazem apenas mais sofrimento e a sensação de estarmos longe da conexão com a vida.

Roteiro humano

A sociedade atual dita, mesmo quando de forma subjetiva, como o ser humano deve ser e se portar, quais metas deveria atingir na vida e o que seria uma vida feliz. No entanto, cada vez mais pessoas estão insatisfeitas com essas normas do que seria uma vida “feliz”. Casar, ter filhos, comprar uma casa e se aposentar não é mais um roteiro para muitas pessoas hoje em dia, que o veem como desatualizado.

A conquista da independência das mulheres trouxe a possibilidade de controle de natalidade, elas conquistaram o mercado de trabalho em todas as áreas possíveis e até mesmo o casamento religioso tem ficado para trás.

Tempos de crise como a atual pandemia também têm trazido à tona questionamentos sobre esse modo de viver. Cada vez mais as pessoas estão buscando construir seus próprios modos de ser e de viver, dentro daquilo que faz sentido para elas.

Solidão

Um dos maiores arrependimentos relatados por idosos antes de morrer é o de não terem passado tempo suficiente com as pessoas que importam. As relações humanas parece ser um fator determinante na saúde, no bem estar e na qualidade de vida percebida pelas pessoas. Por isso, o medo da solidão tem um papel importante na definição do sentido de vida, já que envolve suas relações com vínculos afetivos, o modo como estes se relacionam e se desenvolvem. Ter bons e verdadeiros vínculos alimenta o indivíduo de vida, faz com que ele exercite o seu senso de empatia e comunhão, suprindo algumas das necessidades básicas, humanas e universais, tais como o senso de pertencimento e de utilidade perante à sua comunidade.

Autoconhecimento

Para que possa viver de acordo com aquilo que lhe faz sentido, o indivíduo precisa conhecer a si próprio, a fim de saber qual direção quer tomar. Cada pessoa é única e possui suas próprias peculiaridades, somos todos diferentes em nossas histórias, atributos e desejos, e todas essas variáveis entram na conta na hora de significar a vida.

Ao entrar em contato consigo mesmo, é possível encontrar incongruências, ou questões dentro de si que não estão de acordo com o modo como veem a vida atualmente, e vêm a se questionar como poderiam maximizar sua felicidade e realização pessoal, gerando mais resultados positivos na direção que se quer seguir.

A maioria das pessoas se descobre não tão feliz quanto gostaria simultaneamente ao seu tempo de vida passando

Crise existencial

Encontrar um caminho de vida que seja coerente com os valores, os princípios e os desejos pode ocorrer de diversas maneiras. Mas para muitas pessoas, essa mudança pode vir de forma gradual, como um esforço derivado de reflexões constantes, e para outras durante uma crise existencial, por exemplo, após uma grande perda que muda o rumo da vida, ou ainda resultar de todos os anos de vida. As viagens e experiências de “quase morte” são exemplos de situações que podem chamar atenção para a necessidade de reavaliar a vida e redirecionar-se para o que realmente importa.

Como descobrir o sentido de vida?

Abaixo reunimos algumas dicas para ajudá-lo nessa jornada de autodescoberta:

1. Reflita sobre a sua vida, saia do piloto automático e dê uma olhada em torno e dentro de si e fique atento aos que lhe traz satisfação e realização.

2. Não se compare com os outros, o sentido de cada um é diferente e o importante é ser melhor do que a versão anterior de si mesmo.

3. Explore seus talentos, valorize suas habilidades e as coloque em prática. Você pode descobrir que algo que você não dava valor antes pode ser, na verdade, algo que lhe é muito importante.

4. Saiba manter o foco no momento presente, no qual a vida acontece. É nele que você estará em contato consigo, onde reside aquilo que nutre a sua motivação e felicidade.

5. Saia da inércia, não desista de sonhos antigos e procure renovar as forças para conseguir realizá-lo.

6. Esteja atento àquilo que você faz de melhor e como pode melhor ajudar a si mesmo e aos demais.

7. Descubra o que você ama na vida e insira em sua rotina.

8. Pense no que você realmente gostaria de fazer todos os dias da sua vida, e passe a praticar para já sentir os resultados em si.

Você considera a sua vida como cheia de sentido? Se sente realizado no seu dia a dia?

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Conheça mais:

Rodrigo Huback

Rodrigo Huback Head Trainer de Practitioner PNL, Master PNL, Método B2S e Hipnose Clínica

Mais de 10 anos dedicados ao desenvolvimento humano; Mais de 15 anos empreendendo em alta performance; Pedagogo; Master Trainer em PNL; Master Trainer em Coach; Membro Trainer de Excelência na NLPEA; Membro Trainer da ANLP; Trainer Comportamental; Hipnoterapeuta.


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